O que Ricardo Montoro já fez pelo empreendedorismo

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1-    Ofício Social leva oficinas culturais e desportivas a mais de 300 organizações sociais. São  600 oficineiros contratados  e mais de 33 mil pessoas beneficiadas.

2-    Criação da Escola estufa Lucy Montoro: um espaço de vivência, educação, exercício e organização para difusão da horticultura, produção de mudas  de árvores nativas e paisagismo. Já são 250 agentes multiplicadores capacitados.

3-     Em parceria com a Net Serviços, a Ong Cidade Escola Aprendiz e o Instituto Asas, nasceu o projeto Net Comunidade que oferece oficinas de jornalismo, fotografia, mídias digitais , produção e linguagem audiovisual na Incubadora de  Projetos Sociais Autofinanciados.

4-    Também na Incubadora está o programa de Remanufatura de Computadores, que já atendeu 500 jovens e recuperou mais de 2 mil computadores, cujas peças iam para o lixo.

5-    Realização da I ONG Brasil que tornou-se um marco para as atividades do Terceiro Setor. O evento reuniu mais de 500 organizações sociais, 113 palestrantes que participaram de 17 Mesas Redondas, 4 Reuniões Plenárias e 3 dias de Feira com venda de produtos.

Facilitar os convênios com o Terceiro Setor

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Reconhecido em 2002 pela ONU, como uma área de atividade distinta do mercado e do governo, o Terceiro Setor veio para ficar.

Estima-se que existam hoje, no Brasil, 330 mil Organizações Sociais. Juntas elas movimentam cerca de 5% do PIB, de acordo com estudos do Centro de Estudos do Terceiro Setor da Fundação Getúlio Vargas e empregam mais de 3 milhões de pessoas, além de cerca de 5 milhões de voluntários.

Nos Estados Unidos, o setor representa 13% do PIB, movimentando cerca de 1,7 trilhões de dólares em pesquisa divulgada em 2006.

Olhando os números resta evidente que não é mais possível falar em desenvolvimento social, sem levar em conta o papel do Terceiro Setor.

Defendo a idéia de propor uma Lei que unifique as diversas outras existentes e que facilite o conveniamento e as parcerias com o Terceiro Setor. O objetivo é simplificar o processo e ao mesmo tampo garantir transparência e lisura na sua formatação.

Hoje não temos Leis claras que disciplinem a questão, ficando as parcerias e conveniamento, na maioria das vezes, sujeitas às regras gerais, que não levam em conta as especificidades do Terceiro Setor, nem a grandiosidade do trabalho elencado por este importanto setor da economia.

Autor: Ricardo Montoro

Empreendedorismo social

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O empreendedor social é aquele que utiliza todo o seu capital social, ou seja a sua rede de relações sociais e de confiança, para realizar iniciativas, programas e ações em pról da comunidade, para que esta se desenvolva. A este conceito alia-se hoje outros, como o  da sustentabilidade e da formalização de parcerias. Em busca dos empreendedores na cidade de  São Paulo, o Deputado Ricardo Montoro então Secretario de Participação e Parceria, implementou a ferramenta intitulada “Programa Oficio Social – portaria 43/2006/SEPP”, onde percebeu a grande oportunidade de selecionar empreendedores sociais. O programa hoje conta com aproximadamente 600 oficineiros contratados e ativos em toda a cidade de São Paulo, gerando renda ou beneficios sociais em 250 organizações não governamentais.Verificando a necessidade urgente de sustentabilidade da Cidade de São Paulo, pelo DECRETO Nº 50.741, DE 16 DE JULHO DE 2009, implantou a “Escola Estufa Lucy Montoro”, que permite a capacitação de agentes multiplicadores, conhecedores de técnicas e conceitos de cultivo de hortaliças e várias outras plantas, com o objetivo de possibilitar aos participantes o aumento de renda e a melhora da alimentação, promovendo ainda uma reeducação alimentar. A Escola Estufa Lucy Montoro é um espaço de vivência, educação, exercício e organização para a difusão da horticultura, produção de mudas de árvores nativas, espécies para paisagismo e atividades agrícolas e silvicultura. Portanto, a Estufa-Escola será aberta à visitação guiada pelos professores, alunos e moradores da região, visando incentivar e organizar a implantação de novos projetos de hortas escolares e comunitárias, bem como seu funcionamento autônomo, hoje já capacitamos 250 agentes multiplicadores.

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